5 raças de cães que já foram proibidas em alguns países

Embora os cães sejam considerados por muitas pessoas como o melhor amigo do homem, saiba que nem em todas as regiões do mundo eles são tão “amados”. Existem algumas raças de cachorros que são proibidas em alguns países do mundo.

5 raças de cães que foram proibidas em alguns países

Buldogue Americano

Foto:Reprodução

Tem origem nos Estados Unidos. É dotado de uma força extraordinária e sempre foi considerado um ótimo caçador. Para se ter ideia, por muitos anos ele foi usado como cão de caça para dominar porcos selvagens.

Sua força é tão grande que um único cão dessa raça era capaz de dominar um porco selvagem sozinho. Países como Cingapura e Dinamarca consideraram esse tipo de cachorro perigoso e por esse motivo ele foi proibido.

Mastim Napolitano

Foto:Reprodução

Sua origem vem de Nápoles, na Itália. Por muito tempo ele foi usado como cão gladiador, pois participava de eventos sangrentos que aconteciam no Coliseu.

Até mesmo os romanos usavam eles durante as guerras. Cingapura também proibiu a criação desse cão, e na Romênia, se você deseja possuir um desse, será necessário que você passe por um teste psicológico afirmando que você esteja apto a cuidar de um animal desse porte.

Dogo Argentino

Foto:Reprodução

Ele também foi muito utilizado como cão de caça. Essa raça é considerada nova, já que foi criada em 1928. Muitas pessoas os apelidaram como cachorros de combate.

O Dogo consegue capturar javalis e pumas de tão forte que é. Além de ser dotado com uma super força, é considerado imbatível graças a sua agilidade.

Bandog

Foto:Reprodução

Ele não possui uma raça específica e é considerado de guarda. Acredita-se que ele tenha surgido ainda na idade média. Os bandogs são proibidos praticamente em todos os lugares.

Por serem proibidos, é muito incomum que você se depare com algum deles por aí. Eles são dotados de muita força e nem sempre caem no gosto das famílias brasileiras. Aqui no Brasil, é comum que as famílias acabem optando por cães de pequeno porte, pois nem sempre há espaço para que os maiores possam viver saudavelmente.

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